terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MINHA CASA MINHA VIDA



          Hoje contarei mais uma história de Bozó, e certamente pelo título do texto, você deve estar imaginando que contarei a busca de nosso colega para realizar o sonho da casa própria. Mas não é bem isso. Bozó é uma das pessoas mais bem humoradas que já conheci, esta sempre de bem com a vida e é dono de um futebol inimaginável. 
          Bozó não é arquiteto e tão pouco engenheiro, mas sabe montar lares como ninguém. Alguns colegas juram que foi baseado em suas aventuras conjugais que LULA lançou o programa minha casa minha vida, e Luciano Huck teria consultado Bozó sobre dicas de formatação do quadro Lar doce lar. Bozó foi casado cinco vezes, e o resultado? Cinco novos lares. Dilma já esta com medo da concorrência.
       Ele esta em fase de conclusão de seu próximo lar e segundo o mesmo desta vez não vai dar zebra, e para isso já informou aos colegas de trabalho:
       - Minha esposa tem medo de me perder.
       A pergunta que fica é: Após o término da obra o pensamento será o mesmo?
       Para ajudar nosso amigo Bozó, realizamos algumas pesquisas sobre seu cotidiano.
       Veja a análise e a conclusão logo abaixo:

Dados:
Bozó é feio. (muito....)
Bozó trabalha à noite. (noite liberada para ela....)
Bozó dorme de dia (parte do dia liberado para ela...)
Bozó trabalha 14 noites e folga 1 ( 1 noite a cada 15 dias ela agüenta....)
Bozó tem carro. (vai trabalhar de ônibus e ela fica com carro liberado....)
Bozó tem curso aos Sábados. ( uhuhuh findi liberada....)
Bozó tem salário fixo + adicional. ( uhuhuh Mensalão)

Conclusão:
- Não tem como ela largar essa barbada.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Novela


Impossível ficar alheio ao que esta ocorrendo com o Grêmio. A negociação com Ronaldinho fez o  clube esquecer de suas carências e necessidades, todos buscando reforços e o Grêmio parado no tempo (Ronaldinho). Não sou a favor da contratação, a saída de Ronaldinho em 2001 me traz desconfiança. Ronaldinho é diferenciado, mas não é mais o mesmo. Como jogada de marketing concordo, porém suas noitadas podem desestabilizar o grupo. Quem investe quer o jogador em campo, independente do que aconteça fora, e é aí que mora o perigo. Estou torcendo por um acerto com o Flamengo,mas fico observando o desfecho. Após juras de amor e vontade de voltar a P. Alegre para corrigir os erros do passado, o mesmo ficou em uma sinuca de bico, pois poderá ter apenas uma escolha, cair nas graças da torcida tricolor provando realmente seu amor, ou correr o risco de não poder pisar mais na sua capital.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Histórias da Vida

    Capincho e Bozó são colegas em uma grande multinacional de Porto Alegre e serão as personagens da história de hoje. Antes de qualquer coisa vamos conhecer melhor essa figuras. 
    Bozó. Só não foi jogador porque a mãe dele não deixou (segundo informações do mesmo), dono de um futebol e jogadas diferenciadas vistas somente por ele. Sempre é o último a ser escolhido. Ele jura que é para ficar no time mais fraco e equilibrar a peleia. 
    Capincho. Expectador atento do futebol de qualidade, jura que não joga mais futebol amador, acompanha o Bozó por pena e para fornecer aquela carona. Outra característica importante de Capincho é que o mesmo detesta fofoca, por isso é cidadão verdadeiro e com fontes seguras naquilo que fala.
    Certa feita, em uma partida de futebol realizada pelos colegas de trabalho, Bozó realizou uma de suas jogadas fantásticas denominada “bola sem peso”, e foi nesse momento que o mesmo foi atropelado pelos pilares da quadra, ocasionando uma forte batida em sua cabeça. Capincho, amigo preocupado, logo ofereceu auxilio e convenceu Bozó de que ele deveria procurar atendimento médico para descartar fratura ou coisa parecida. Capincho sem exaltar levou Bozó ao hospital mais próximo.
Ao chegar ao hospital, Capincho relatou aos atendentes de plantão o fato ocorrido com seu colega. E tão logo Bozó foi imediatamente levado para a sala do médico para receber os devidos cuidados, enquanto Capincho ficou aguardando na recepção. 
     Após alguns minutos a atendente solicitou alguns dados do colega que estava em atendimento.
     - Senhor, qual o nome do seu colega? Perguntou a atendente.
     Capincho ficou mudo por alguns segundos, pois conhecera Bozó há anos, porém nunca soubera seu verdadeiro nome.
     - Bozó. Bozó da Silva respondeu Capincho.
     A atendente mesmo achando estranho continuou a coletar o restante dos dados, até que solicitou a Capincho para aguardar o desfecho do atendimento na recepção.
     Por sua vez, Bozó estava em atendimento, e após alguns exames e radiografia foi liberado. Foi então que a enfermeira chefe de plantão resolveu questionar:
     - Você veio acompanhado, né?
     - Sim, senhora. Respondeu Bozó
     - E qual é o nome do seu amigo?
     Bozó teve reação parecida a de Capincho, pois igualmente ao amigo que conhecia há anos, nunca soubera o seu nome.Mas mesmo assim não exitou
    - Capincho Doutora, o nome dele é Capincho.
     Foi então que se ouviu por todos auto-falantes daquele hospital:

ATENÇÃO !!!! SENHOR CAPINCHO, SEU COLEGA BOZÓ DA SILVA O AGUARDA NA RECEPÇÃO.