quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Parabéns Julie Donatti Feck


Uma das coisas mais fantásticas na vida é o nascimento de um filho, mesmo não planejado, ele ainda é o seu filho, carne da tua carne, sangue do teu sangue, ou seja, um pedaço de você. Poderia relatar aqui neste espaço inúmeros depoimentos de pessoas, contando como foram o nascimento de seus filhos, tudo em vão. Explico. Em dezembro de 2005, sentamos eu e minha esposa para conversarmos sobre a idéia de termos filho (s). Confesso aos amigos que fui pego de surpresa, não conseguia imaginar outro ser dependendo de mim, não que seja egoísmo de minha parte, mas realmente não estava preparado. Mas aquela era a hora da decisão, não havia mais como adiá-la. Nosso consenso foi que teríamos um filho. Em Março de 2006 estávamos grávidos, isso mesmo grávidos, pois nós homens também somos parte daquele dia-a-dia. Após a notícia de que seria pai, levei um choque, uma mistura de sentimentos, felicidade, medo, preocupação, mas com o passar dos dias logo fui assimilando. A barriga foi crescendo, os nomes começaram a ser escolhidos, descobrimos o sexo, reforma de quarto, compra de mobílias, berço, roupeiro, roupas etc. Último mês de gestação, este mês é o mais demorado, nas minhas contas o último mês parece ter levado a gestação inteira para passar, tamanha era a ansiedade do nascimento. Embora já tendo concretizado a idéia de que seria pai, a ficha realmente só caiu no dia 20 de Novembro de 2006, quando às 06h30minh, nascia no Hospital Divina Providência, em Porto Alegre, a minha mais nova herdeira JULIE DONATTI FECK, que no dia 20 deste mês completou dois anos de vida. O mais emocionante sentimento de toda minha vida, e comecei a entender tudo aquilo que minha mãe dizia sobre o fato de ter filhos, frases como: “quando tu tiveres o teu filho tu vai saber o que estou dizendo”, passaram a ter sentido em minha vida. Amigo leitor, o relato acima é apenas mais um dos milhares que já deve ter lido ou escutado, mas uma coisa que sempre me disseram e eu afirmo, o sentimento de ser pai é único, e não existem palavras que consigam demonstrá-los.
By Feck

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